
Ele batizou sua bicileta de madeira de Renovatia.
Um verdadeiro trabalho de arte.
O número de fatalidades entre crianças com menos de 16 anos de idade caiu para mais da metade depois de uma lei Canadense ser sancionada. A lei Ontário, que foi efetivada em outubro de 1995, obriga os ciclistas com menos de 16 anos usar capacete.
Pesquisadores descobriram que sete anos depois da lei entrar em efeito, o número de mortes relacionadas a bicicletas entre crianças caiu 52%.
Entre 1991 e 1995 a média era de 13 mortes por ano; entre 1996 e 2002 o número caiu para seis.
Em contraste, os pesquisadores reportaram na revista científica Pediatrics de setembro de 2008, que não houve redução nas mortes de pessoas com mais de 16, incluindo adultos, que não são obrigados a usar capacete por lei.
“Estas descobertas apóiam a promoção do uso do capacete, reforçam a lei atual e a extensão da mesma para ciclistas adultos”, escreveram os pesquisadores.
É fato conhecido que capacetes reduzem a taxa de óbitos em acidentes de ciclismo, mas o fato de leis que obriguem o seu uso tenham este efeito não era tão claro.
As descobertas atuais sugerem que a lei Ontário teve uma contribuição significativa às baixas taxas de morte entre crianças vistas nos anos anteriores até sua introdução.
O especialista Ronald Herberman, diretor do Instituto do Câncer da Universidade da Pittsburgh, adverte sobre os perigos do uso de celular no desenvolvimento de Câncer.
A recomendação é que as crianças não usem celulares, salvo em situações de emergência, e que os adultos mantenham o aparelho o mais afastado possível da cabeça durante a utilização.
O uso a longo prazo do telefone celular pode aumentar o risco de uma pessoa desenvolver tumores no cérebro, dada a radiação eletromagnética emitida pelo aparelho, alerta o diretor do Instituto do Câncer da Universidade de Pittsburgh, Ronald Herberman. O cientista diz que o impacto do uso de celulares em crianças ainda é desconhecido e deve continuar a ser investigado. O pronunciamento foi feito baseado em resultados ainda não publicados de estudos sobre a possibilidade de risco para o desenvolvimento de câncer no cérebro com o uso de telefones celulares.
O Dr. Herberman afirma que devemos esperar por estudos definitivos sobre o assunto, mas diz que é melhor errar por excesso de cuidados agora, do que lamentar mais tarde. Ele está convencido de que já existem dados suficientes para alertar a população a ser cautelosa ao usar celulares.
Nenhum estudo científico comprovou ainda evidências sobre a exposição à radiação eletromagnética emitida pelos celulares afetarem a função cerebral. O Food and Drug Administration (FDA) diz que, se há risco, este é muito pequeno. Mas o Dr. Heberman afirma que estão aparecendo na literatura estudos sobre o uso a longo prazo de celulares e os efeitos adversos para a saúde, incluindo o câncer.
Os fabricantes de telefones celulares e sem fio declaram que os aparelhos emitem radiação eletromagnética. É provável que os campos eletromagnéticos penetrem mais profundamente no cérebro das crianças que no dos adultos, já que os órgãos em desenvolvimento de um feto ou de uma criança são provavelmente os mais sensíveis aos efeitos possíveis da exposição a campos eletromagnéticos, segundo Herberman.
Também não há estudos com humanos, com mais de 10 anos de seguimento, comprovando que os celulares não causam mal à saúde. Os dados precisam ser melhor investigados para se chegar a uma conclusão definitiva. Até lá, o melhor é prevenir danos à saúde, relata o especialista.
Exame de DNA comprova que duas pernas e um quadril encontrado em Maricá, no dia 3 de julho, é mesmo do padre Aderli de Carli, de 41 anos.O religioso desapareceu dia 20 de abril quando levantou vôo de Paranaguá, no Paraná, com cerca de mil balões de festa, dois celulares e um aparelho GPS (localizador por satélite), além da roupa térmica.
O material, em estado avançado de decomposição, foi encontrado por um rebocador de uma empresa que presta serviço para a Petrobras. Parentes do padre cederam material para o exame.
O padre Adelir desapareceu no fim de abril após realizar um vôo com balões de festa em Paranaguá, no Litoral do Paraná. De acordo com o primo do pároco, Sérgio de Carli, a partir desta terça-feira o material encontrado será analisado com os dados genéticos do irmão do padre.
A Petrobras retirou um corpo, que supostamente seria do padre, na Bacia de Santos. O corpo estava vestido com as mesmas roupas descritas como as que o padre usava ao desaparecer além de estar com uma mochila semelhante a que o sacerdote carregava.
Outro indício de que o corpo realmente é dele foi apresentado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Macaé. Junto ao corpo, além dos restos que provavelmente sejam da mochila, foi encontrada uma cadeirinha semelhante a que o padre usou na decolagem com os balões.
O padre havia saído da cidade de Paranaguá na manhã do dia 20 de abril, um domingo, alçando vôo preso a balões de gás hélio e deveria pousar em Dourados (MS). Os ventos e o mau tempo teriam desviado o padre Carli de seu percurso, levando-o à costa catarinense.
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