A “mosquiteca” foi inventada por um professor da UFRJ (MAULORI CABRAL)
em parceria com biólogos da Fiocruz. Foi testada por eles e realmente funciona
MOSQUITECA
É muito simples sua construção.
Pegue uma garrafa PET de 1,5 litros ou mais.
Corte a parte superior para fazer uma espécie de funil.
Corte cerca de 10 cm da Pet, parte da base da garrafa.
Lixe a parte interna do pedaço similar a um funil,
pode ser utilizada uma lixa para madeira granulação 60, 100 0u 120.
O objetivo é deixar a superfície interna bem áspera em toda a sua extensão.
Utilizando o “anel“ parte da tampa da própria garrafa,
faça um fechamento com um pedacinho de tela dobrado,
(não serve o tule de véu de noiva, pois o buraco é grande o suficiente para que o mosquito passe)
Coloque cinco grãos de arroz, ou de alpiste amassados,
ou ainda ração para gatos dento da parte inferior da garrafa Pet.
Sele as duas partes com fita isolante.
Está pronta a armadilha para a fêmea do mosquito transmissor da dengue.
Encha com água limpa até cerca de 3 cm da borda do funil.
Complete a água à medida que a mesma for evaporando.
Coloque a armadilha no quintal ou onde ficam os mosquitos.
É necessário ser um local sombreado, a fêmeas do mosquito não gostam de sol.
A fêmea do mosquito, verfica onde está havendo evaporação da água para colocar os seus ovos.
Porque é necessário lixar o “funil”?
A superfície fica corrugada e com isso a água sobe por capilaridade, aumentando a taxa de evaporação atraindo mais facilmente a fêmea do mosquito “Aedes Aegypti”.
Porque é necessário colocar os grãos de arroz ou alpiste amassados?
A fêmea só põe ovos onde ela identifica que a água possui alimento para as larvas. Até “os mosquitos” têm instinto materno.
Os ovos descerão pelos buracos da tela e ficarão na parte inferior do recipiente a tela, serve de elemento de ligação entre as duas partes e não permite que as larvas passem para a parte superior do recipiente. A presença da barreira de tela é muito importante, se ela estiver rasgada/destruída ao invés de um armadilha para o mosquito você estará fornecendo um criatório para o mesmo.
Periodicamente esvazie a parte inferior e mate as larvas com cloro.
Verifique se está tudo OK com a tela e encha novamente a armadilha com água.
Verifique a sua armadilha todos os dias.
O mosquito adulto vive de 30 a 35 dias, e as fêmeas põem ovos de quatro a seis vezes, nesse período. Em cada vez, ela põe cerca de 100 ovos, sempre em locais com água limpa e parada.
Se não encontra recipientes apropriados para depositar seus ovos, a fêmea pode voar distâncias de até três quilômetros até localizar um ponto que considere ideal. A temporada de chuva, complica as coisas: um ovo de aedes aegypti pode sobreviver até 450 dias – um ano e dois meses –mesmo que o local em que ele foi depositado fique seco. Se esse local receber água novamente (quando há uma chuvarada, por exemplo), o ovo volta a ficar ativo, podendo se transformar em larva e depois em pupa,e atinge a fase adulta num prazo curtíssimo: de dois a três dias.
A MATEMÁTICA DA MOSQUITOEIRA.
Faça como eu: construa dez armadilhas, espalhe 5 pelo seu quintal e dê as outras 5 aos vizinhos, amigos, parentes.
Peça que cada um deles faça o mesmo.
Veja os números de armadilhas que teremos a cada ciclo:
Ou seja, se cada um fizer a sua parte em 3 rodadas apenas teremos 1.560 armadilhas, enganando as fêmeas do mosquito. Em até 35 dias a fêmea do mosquito estará morta e se não tiver colocado os ovos em local onde os ovos se transformem em mosquitos, teremos (1.560 x10 x 100 = 1.560.000) mosquitos a menos.
O nº é este mesmo: mais de 1,5 milhões de mosquitos, considerando que cada armadilha engane pelo menos 10 fêmeas e que estas fêmeas coloquem ovos apenas vezes na sua vida adulta.
Mesmo com as determinações do TRE, proibindo qualquer tipo de propaganda antes do prazo eleitoral, parece que tem candidato que não está nem ai para o TRE e a população. Esse Out-door pode ser visto a mais de seis meses na Av. Um, sentido Praia, pouco antes do cruzamento com a Rua 34, em São Bento da Lagoa - Itaipuaçu - Maricá - RJ.
Retirado do ODIA-ONLINE Escândalos na Alerj: Temporada de articulações
Deputados acusados de fraudes no auxílio-educação tentam salvar seus mandatos, enquanto o presidente da Alerj age para que o plenário confirme as punições pedidas pelo Conselho de Ética
Mahomed Saigg e Ricardo Villa Verde
Rio - Deputados acusados de envolvimento nas fraudes do auxílio-educação na Assembléia Legislativa (Alerj) intensificaram ontem articulações para evitar punições pelo plenário da Casa, que serão votadas terça-feira. No dia seguinte à decisão do Conselho de Ética de propor cassação de quatro parlamentares e a suspensão do mandato de outro, o clima foi tenso na Alerj. Dos quatro com risco de serem cassados, apenas Jane Cozzolino (PTC) não foi à Casa. Renata do Posto (PTB), Tucalo (PSC) e João Peixoto (PSDC) passaram a tarde no plenário buscando votos para evitar punições. Edino Fonseca (PR), cujo mandato poderá ser suspenso por 90 dias, também procurou se articular com os colegas. A decisão pelo plenário acontecerá em cinco sessões consecutivas. As votações serão secretas.
Além das conversas de pé de ouvido, os acusados estão usando todas as armas possíveis para fugir da punição. Vale tudo, desde o envio de cartas pessoais a cada integrante da Alerj até pressão sobre as bancadas partidárias. Antes do relatório do Conselho de Ética, até o prefeito de Maricá, Ricardo Queiroz da Silva (PMDB), pai do chefe de gabinete de Tucalo, se engajou nas articulações. “Procurei todo mundo que podia, inclusive em Brasília. Perdi a conta de quantos gabinetes visitei. Liguei duas vezes para o deputado Paulo Melo (presidente do conselho), mas não esperava a recomendação pela cassação. Ficou claro que a divulgação das escutas telefônicas (feita por O DIA) dificultou tudo”, disse o prefeito de Maricá, de quem Tucalo foi vice até ser eleito deputado estadual nas eleições de 2006.
O argumento de defesa dos acusados tem sido o mesmo: eles não sabiam do esquema de fraudes. Como prevalece a tendência de punição, nos bastidores da Alerj há articulações para que algumas cassações sejam transformadas em suspensões de mandatos, através de emendas à proposta do conselho a ser votada pelo plenário terça-feira.
O presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), porém, também vem se articulando, mas para garantir as punições. Picciani passou a tarde de ontem em seu gabinete conversando com vários deputados. O principal argumento dele é de que a Alerj passa por momento delicado e não pode ser condescendente com as fraudes. Picciani teme que a imagem do Legislativo saia desgastada. Ele vem alertando especialmente aos parlamentares que disputarão prefeituras este ano, de que poderão ser prejudicados se os acusados forem absolvidos.
A primeira a ser julgada pelo plenário da Alerj terça-feira será Jane Cozzolino, às 11h. A decisão sobre Renata do Posto será às 12h30. Tucalo será julgado às 16h30; João Peixoto, às 18h30, e Edino Fonseca, às 21h. Cada um deles terá meia hora para se defender na tribuna da Casa. Para as punições serem aprovadas, são necessários 36 votos, não importando o número de deputados presentes no plenário.
EM MARICÁ, TUCALO SOFRE DEBANDADA DE ALIADOS
A decisão do Conselho de Ética da Alerj de pedir a cassação de quatro deputados caiu como uma bomba nas bases eleitorais desses parlamentares. O relatório, apresentado quarta-feira na Casa, provocou debandada dos principais aliados políticos do deputado Tucalo Dias (PSC), principalmente.
A pressão ficou tão grande, que nem mesmo o prefeito de Maricá, Ricardo José Queiroz da Silva (PMDB), pai do chefe de gabinete de Tucalo, suportou. Ele anunciou que não vai mais apoiar o parlamentar nas eleições municipais que acontecem em outubro.
Em nota oficial encaminhada esta semana a todos os vereadores do município, o prefeito Ricardo José Queiroz da Silva comunicou a sua decisão de “se afastar definitivamente do cenário político, retirando sua decisão em apoiar um candidato à sucessão da Prefeitura de Maricá”.
“São oito anos de governo. A gente aposta numa candidatura que acredita que vai dar continuidade ao nosso trabalho e, de repente, vê tudo se desmoronar por erros que já foram apontados pelo Conselho de Ética. Isso me dá muito desânimo”, desabafou o prefeito.
A onda de desilusão também chegou à Câmara de Vereadores de Maricá. Líder do governo na Casa, o vereador Jorge Castor (PMDB) afirmou que seguirá a decisão do partido. No entanto, deixou claro sua opinião. “Diante de tudo isso que está acontecendo e que já foi descoberto, não dá mais para seguir no mesmo caminho que ele (Tucalo). Politicamente falando, o deputado mostrou que é muito imaturo. Infantil, até, eu diria”, disparou o vereador.
“Convencer um vereador e um deputado é muito fácil. Difícil é provar para o povão que se é inocente diante de um quadro como esse”, argumentou o vereador Pedro Gomes (PMDB), que também desistiu de apoiar Tucalo.
Procurado por O DIA, Tucalo informou que mantém a pré-candidatura à Prefeitura de Maricá e que confia em sua absolvição. Segundo ele, está provado que não teve nenhum envolvimento com irregularidades.
A Boeing está desenvolvendo um jato para 1.000 passageiros que poderá mudar a indústria aeronáutica dos próximos 100 anos. O conceito radical que funde asa e fuselagem, foi desenvolvido pela Boeing em cooperação com o NASA Langley Research Center. O enorme aeroplano possui uma envergadura de 265 pés, 54 pés maior que os 211 pés do 747, e foi concebido para aproveitar os terminais criados para o Airbus A380 (555 assentos) com 262 pés de envergadura.
O novo 797 é uma resposta direta ao Airbus A380 que acumulou cerca de 159 pedidos, mas até o momento não transportou um único passageiro. A Boeing abandonou a idéia de prolongar a fuselagem do 747, que daria origem ao gigantesco 747X, em 2003, após detectar o baixo interesse das companhias aéreas, mas continuou o desenvolvimento do 797, trabalhando secretamente em seu Centro de pesquisa em Long Beach O desenvolvimento do Airbus A380, iniciado em 1999, consumiu até agora $13 bilhões e perde vantagem por conservar o velho estilo tubular, empregado a décadas. Entre as vantagens do novo conceito da asa voadora, estão o aumento em 50% da relação sustentação x arrasto e a redução de peso em 25%, o que o torna 33% mais eficiente que o A380.
A maior rigidez da estrutura é outro fator fundamental deste novo conceito, reduzindo a turbulência e gerando menores esforços à estrutura que, adicionado a sua eficiência, dá ao 797 um elevado alcance de 8.800 milhas náuticas ( 16.306km), com seus 1.000 passageiros voando confortavelmente a uma velocidade mach .88 ou 654 mph (1.052km/h), outra vantagem em relação ao A380 de fuselagem tubular com 570 mph (917 km/h). A data exata para sua introdução é incerta, contudo as linhas de batalha estão claramente delineadas na guerra de altas apostas da supremacia aérea civil.
Conta com o casarão, uma igrejinha que guarda os restos mortais de uma menina de dois anos, filha de um dos antigos proprietários, que foi morta por uma escrava que mantinha um caso com o dono da fazenda. A escrava jogou a menina no tachão de melado e depois fugiu para o alto do morro de Itaocaia, onde foi encurralada e se jogou lá do alto para não ser capturada com vida. P.S. Essa História, me foi contada pelos atuais donos da fazenda, não sei se é verídica. A única coisa que posso garantir é que os restos mortais estão lá, dentro de um bauzinho, ao lado do altar.
Na Rua 03 - São Bento da Lagoa, temos varias corujinhas se abrigando em lotes vazios. Infelizmente, moradores menos esclarecidos, roubam os filhotes assim que começam a sair do ninho.
Os encontros eram todas as quartas, em frente ao Pouso Oficial de Vôo-Livre e colocava-mos o papo sobre dicas de peças e oficinas em dia. Como a reportagem diz, aonde achava um Jeep, colocava um panfleto chamando para as reuniões. O grupo cresceu rápido, mas eu infelizmente sai do clube por volta de 1993, quando fiquei sem o Jeep. Hoje o NJC é um clube forte e com bastantes associados e ainda se encontram na Praia de Charitas.
A primeira caminhada para o Alto Mourão começou em Itacoatiara e descemos pelo mesmo caminho. A vontade lá em cima é de se jogar. Coisa que depois de seis anos pude fazer em outros locais com segurança, de parapente.
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Nessa foto, dá para ver a estrada sem asfalto e os terrenos pouco ocupados.
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Essa foi a segunda subida, começando por Itacoatiara, mas terminamos descendo por Itaipuaçu, onde ficamos presos por algum tempo, tentando achar uma saida que não fosse dentro da casa de alguém. A primeira tentativa, saimos num quintal cheio de Dobermans! Mas no final acabou tudo bem e conseguimos pegar o ônibus. Acho que era o ultimo para Niterói.
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Essa foi minha conclusão, após ler as declarações de "nosso Prefeito", sobre a falta de investimentos em Itaipuaçu. Leia a reportagem e tire suas conclusões.
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Com essa declaração, o Sr. Prefeito joga a sua culpa pela má administração, na população que está em dia com suas contas e tributos. Se existe divida ativa, o Sr.Prefeito que acione seus bem pagos funcionários públicos, e trate de cobrar essa divida, e também fiscalize o abandono de nossas ruas, os terrenos baldios, as casa abandonadas e etc... Não existe lei municipal para isso? Eu, no ano que vem, vou pensar vinte vezes antes de pagar meu IPTU. E você?
Iniciando os trabalhos, segue uma galeria de fotos tiradas em Itaipuaçu - Maricá - RJ.
Mar revolto com a passagem de uma frente fria. A água do mar estava atravessando a estrada e chegando no canal.
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Verão! Nada como um dia de verão e o sol se pondo no horizonte com uma paisagem dessas. Para complementar a foto, o Helicóptero dos Bombeiros voltando para base depois de um dia cheio de resgates.
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Os ventos frios do mar se condensando na Pedra do Elefante em mais um dia de verão.