quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Como funciona a economia



SOCIALISMO
Você tem duas vacas ... mas pelas leis do Estado, você dá uma a seu vizinho e fica com a outra.

COMUNISMO
Você tem duas vacas. O Estado toma as duas e lhe dá o leite.

FASCISMO
Você tem duas vacas. O Estado toma as duas e lhe vende o leite.

DITADURA
Você tem duas vacas. O Estado toma as duas e manda te fuzilar.

BUROCRACIA
Você tem duas vacas. O Estado toma as duas, mata uma e ordenha a outra até a morte.

CAPITALISMO TRADICIONAL
Você tem duas vacas. Você vende uma e compra um touro com o dinheiro. Seu rebanho se multiplica e a economia cresce.

CORPORAÇÃO AMERICANA
Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas. Depois contrata um especialista para analisar por que a vaca caiu morta.

CORPORAÇÃO ESPANHOLA
Você tem duas vacas, mas você tem que pagar tantos impostos, para os políticos manterem o seu ritmo de vida milionário, que você acaba alimentando as vacas com o leite que elas mesmo dão... é a sua ruína.

CORPORAÇÃO JAPONESA
Você tem duas vacas. Cria um modo para elas terem um décimo de seu tamanho e produzir vinte vezes mais leite do que uma vaca normal. Em seguida, inicia uma campanha de marketing global com um desenho animado chamado "VacaMón".

CORPORAÇÃO ALEMÃ
Você tem duas vacas. Através de um processo de re-engenharia faz elas viverem mais de 100 anos, dando-lhes de comer uma vez por mês e ensinando-as a se ordenhar sozinhas.

CORPORAÇÃO ITALIANA
Você tem duas vacas. Não sabe onde elas estão, então decide ir almoçar.

CORPORAÇÃO CHINESA
Você tem duas vacas. Você tem 300 pessoas para ordenha-las.
Você afirma ter pleno emprego e alta produtividade bovina.
Prende o repórter que publicou a verdadeira situação.

CORPORAÇÃO INDIANA
Você tem duas vacas ... Você as adora!

CORPORAÇÃO INGLESA
Você tem duas vacas. As duas são loucas.

CORPORAÇÃO RUSSA
Você tem duas vacas. E você conta e tem 5. Volta a contar e tem 42. Volta para contar novamente e tem 2. Você pára de contar as vacas e vai tomar outra garrafa de Vodka.

CORPORAÇÃO AUSTRALIANA
Você tem duas vacas. Como o negócio está indo bem, fecha o escritório e vai beber algumas cervejas para comemorar.

CORPORAÇÃO VENEZUELANA
Você tem duas vacas. Se você produzir uma grande quantidade de leite, você é um imundo capitalista, sobrinho do Bush e Chávez te mata pessoalmente. Se não produzir leite, você é um traidor e Chávez te mata pessoalmente também.

CORPORAÇÃO SUÍÇA
Você tem 5000 vacas. Nenhuma pertence a você, mas você cobra dos proprietários para armazenar, e depois faz o leite virar pó, coloca-o em latas e vende para todo o Mundo. O pior é que todo mundo vai comprá-lo.

CORPORAÇÃO CHILENA
Você tem duas vacas. As mata e convida todos os seus amigos para um puta churrasco... você vai ficar sem vacas e sem futuro, mas "o que eu comi e dancei" ninguém toma. Então você procura o "Estado" para ajudá-lo.

CORPORAÇÃO BRASILEIRA
Você achava que tinha duas vacas. Elas foram adquiridas via LEASING de 72 meses, então elas são do BANCO. Você achava que com o leite pagaria as prestações e sobraria algum para as despesas, mas com frete caro pela falta de estradas, os impostos em cascata, a burocracia corrupta e todo custo Brasil, no final você não pagou nem as prestações e ainda deve uma fortuna no cartão de crédito e no cheque especial. Você então entrega as duas vacas ao BANCO e entra na fila do BOLSA FAMÍLIA. mas continua feliz, vendo futebol, curtindo o carnaval, as praias e aquela loira gelada.

P.S. As vacas foram arrematadas pela FRIBOI e você ainda tem de ver o Toni Ramos na TV com suas vacas...



Nota: Texto encontrado na internet em espanhol. Traduzi e acrescentei a "Corporação Brasileira", que não tinha no texto original.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Foto da Terra e da Lua, tirada a partir da orbita de Saturno.

Na imagem da Sonda Cassini, a Terra e a Lua aparecem como meros pontos. A Terra de um azul pálido e a Lua um branco puro, visível entre os anéis de Saturno. Foi a primeira vez a câmera de mais alta resolução, da sonda Cassini capturaram a Terra e sua Lua como dois objetos distintos.

Imagens da Terra feitas do sistema solar exterior são raras, porque a partir dessa distância, a Terra aparece muito perto do nosso Sol. Detectores sensíveis de uma câmera podem ser danificadas por olhar diretamente para o Sol, assim como um ser humano pode danificar sua retina.
A sonda Cassini foi capaz de tirar esta foto, porque o Sol tinha mudado temporariamente para trás de Saturno, do ponto de vista da nave espacial e a maior parte da luz foi bloqueada.

Sonda Cassini - Saturno
Sonda Cassini - Saturno
Sonda Messenger - Mercurio
Na imagem da sonda MESSENGER, a Terra e a Lua são menos do que um pixel, mas aparecem muito grande, porque eles estão superexpostas. Exposições longas são obrigados a captar o máximo de luz possível de objetos potencialmente diminutos. Por conseguinte, os objetos brilhantes no campo de visão ficam saturados e aparecem artificialmente grandes.

Sonda Messenger - Mercurio em comparação com a Sonda Cassini - Saturno
Fonte: NASA

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Fuck the Police

Vídeo captura policial de Seattle urinando em público. Quando ele percebe a câmera, parece dizer "FUCK" e sai para o lado tentando disfarçar. Da pra ver que ele caminha em direção a viatura, ainda fechando o zíper, rs




quinta-feira, 27 de junho de 2013

26 de Junho - Dia da Aviação de Busca e Salvamento

O Dia da Aviação de Busca e Salvamento, comemorado hoje pela Força Aérea Brasileira, lembra a maior operação realizada pela FAB até a década de 60. A época 30 aeronaves voaram mais de mil horas para localizar na selva amazônica um C-47 que transportava um pelotão de Infantaria da Aeronáutica.
Foram resgatados cinco sobreviventes do avião C- 47 FAB 2068, registrado na foto abaixo.
Vem dessa operação uma das frases mais importantes da Aviação de Busca e Salvamento:

 “Eu sabia que vocês viriam!”, dita por um dos sobreviventes do acidente com o FAB 2068

O Cap. Cunha NNA, o "policial Aviadorrrr"", o Cunha Nhanhanhá, Cmt. do 68, era meu colega de turma.
Pra quem não sabe, a Sra. Marina Frazão, esposa do Brigadeiro Frazão, escreveu um romance baseado nesse acidente. Uma estória muito bonita.

O Cunha era daqueles paulistas com sotaque caipira do interior e chegou ao Campo dos Afonsos fardado de Cadete da Força Pública de SP.

Era paraquedista (Cadete que não fez a EPCAR e entra direto na Academia, Escola de Aeronáutica daqueles tempos) como eu e quando chegamos, a turma toda já havia solado no terceiro ao de BQ. Os poucos paraquedistas (os demais ficaram sem voar aguardando a nossa instrução para todos começarmos junto) puderam acompanhar sua habilidade de perto na fase pre-solo. Era de uma calma impressionante e um ótimo piloto. Passou o curso inteiro sem nenhum problema de voo.
Consta que quando ele inciou o planeio final do 2068, à noite, no meio da selva, já sem combustível, depois de voar quase oitos horas, mandou o Tenente que estava com ele para trás e se proteger. Mas o Tenente disse que ficaria até o final ao lado dele.
Faleceram os dois. O interessante é que esse acidente é muito semelhante ao do B-737 de Marabá. Com a diferença que um deve ter batido a 120 nós e o outro a uns 60.



A  missão do 2068, decolando noturno de Belem, algo absolutamente fora da rotina de segurança (o instrumento de navegação dos Douglas C-47 era apenas o Radio Compasso), foi uma medida excepcional ante a notícia de que os índios estavam cercando o Destacamento da FAB em Caximbo. O CAp Cunha e seu co-piloto foram voluntários para a missão. Era um FDS, eles, solteiros, residiam na Base e não titubearam em aceder à missão.
Eles decolaram de Belem para Jacareacanga onde reabasteceram (no tambor com bomba manual) e de lá para Caximbo.
Ocorreu que os Radio Compassos do avião deram pane eles prosseguiram assim mesmo.
Não acharam Caximbo (a pista de Caximbo era algo muito incipiente e eles teriam de pousar com balizamento de lampiões marcando a pista).
Perdidos na noite da Amazônia, ele, certamente confiantes na enorme autonomia, tentaram se localizar em quadrado crescente a partir da posição que achavam ser Caximbo (enquanto um avião pousado em Caximbo decolou e ficou circulando de faróis ligados).
Não encontrando estimaram uma proa para Manaus e não a acharam.
No final, com os motores prestes a parar, pousaram à noite, sem qualquer visibilidade, no meio da selva, muito depois de Manuas no Rio Solimões.
O avião se chocou direto de nariz com a "maior castanheira da Amazônia" e mergulhou para dentro da selva.
Foi localizado cerca de duas semanas depois.
O Cunha e seu copiloto faleceram ao primeiro impacto.

PS - Soubemos do acidente na Praia do Mucuripe (eu era instrutor na Sorbonne), o lado interno do quebra-mar formava uma praia maravilhosa e os instrutores do 1/ 4 a frequentavam, ninguém mais a conhecia (o acesso era por dentro das instalações do porto). Raposo levava sua lancha para lá e nós ficávamos o dia inteiro por la.



Paulo Pinto - Instrutor
É Oficial da Força Aérea Brasileira, hoje, na Reserva. Piloto e Instrutor de Parapente, já tendo formado cerca de duzentos e cinqüenta alunos nos últimos dez anos. É autor do MAPIL(Manual do Piloto de Parapente) e de uma série de artigos sobre Aviação e Vôo-livre publicados em jornais e revistas ligados à atividade. Subscreve também uma coluna na revista da Associação de Vôo Livre do Rio de Janeiro.
Carreira
  • Piloto de Caça com 2500 horas de vôo de Caça
  • Comandante de Esquadrão de Caça
  • Instrutor de Caça
  • Instrutor e Checador de Hercules C-130
  • Instrutor e Checador de BAC-111
  • Instrutor de Helicóptero
  • Curso de Padronização de Instrutor de Vôo
  • Curso de Padronização de Instrutor Acadêmico
  • Piloto de Linha Aérea de Avião
  • Piloto Comercial de Helicóptero
Total de horas de vôo:
7.000 em aviões militares.
Aviões voados:
PT-19 Fairchild, T-6 Texan, Fokker T-21 e T-22, T-25 Universal, T-27 Tucano,
T-33 TBird, L-6, L-42 Regente, C-45 Beech, HS748 Avro, BAC-111, EMB110 Bandeirante, Boeing 737-200, EMB120 Brasilia, C-130 Hercules, F-80 Shooting Star, Gloster Meteor, AT-26 Xavante, Bell 47 e Bell Jet Ranger. 
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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Base Jumper bate de frente com paredão


Base Jumper Matthew Gough escapou da morte depois de o para-quedas falhar durante o salto de 1.000 pés em um penhasco da Itália.
Segundo ele, o para-quedas abriu para trás e twistado(com as linhas enroladas), o que impossibilitou qualquer controle do mesmo.
Para piorar a situação ele caiu em uma especie cavalete, com dezenas de pontas de ferros. Uma dessas pontas passou entre sua cabeça e seu capacete, arrancando ele de sua cabeça, mas sem lhe causar danos maiores. Sorte dupla desse cara.
O encontro com a morte veio após o 25 anos e 180 saltos perfeitos e ele diz que vai continuar saltando...








  




Só um pouco mais rápido

O cara tentou superar uma duna em Silver Lake, não conseguiu na primeira tentativa. Ai ele deu ré, tomou distancia e acelerou mais um pouquinho. Bem, acho que ele acelerou um pouquinho de mais...