Vídeo captura policial de Seattle urinando em público. Quando ele percebe a câmera, parece dizer "FUCK" e sai para o lado tentando disfarçar. Da pra ver que ele caminha em direção a viatura, ainda fechando o zíper, rs
quinta-feira, 18 de julho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
26 de Junho - Dia da Aviação de Busca e Salvamento
O Dia
da Aviação de Busca e Salvamento, comemorado hoje pela Força Aérea Brasileira,
lembra a maior operação realizada pela FAB até a década de 60. A época 30
aeronaves voaram mais de mil horas para localizar na selva amazônica um C-47 que
transportava um pelotão de Infantaria da
Aeronáutica.
Pra quem não sabe, a Sra. Marina Frazão, esposa do Brigadeiro Frazão, escreveu um romance baseado nesse acidente. Uma estória muito bonita.
O Cunha era daqueles paulistas com sotaque caipira do interior e chegou ao Campo dos Afonsos fardado de Cadete da Força Pública de SP.
Era paraquedista (Cadete que não fez a EPCAR e entra direto na Academia, Escola de Aeronáutica daqueles tempos) como eu e quando chegamos, a turma toda já havia solado no terceiro ao de BQ. Os poucos paraquedistas (os demais ficaram sem voar aguardando a nossa instrução para todos começarmos junto) puderam acompanhar sua habilidade de perto na fase pre-solo. Era de uma calma impressionante e um ótimo piloto. Passou o curso inteiro sem nenhum problema de voo.
Consta que quando ele inciou o planeio final do 2068, à noite, no meio da selva, já sem combustível, depois de voar quase oitos horas, mandou o Tenente que estava com ele para trás e se proteger. Mas o Tenente disse que ficaria até o final ao lado dele.
Faleceram os dois. O interessante é que esse acidente é muito semelhante ao do B-737 de Marabá. Com a diferença que um deve ter batido a 120 nós e o outro a uns 60.

A missão do 2068, decolando noturno de Belem, algo absolutamente fora da rotina de segurança (o instrumento de navegação dos Douglas C-47 era apenas o Radio Compasso), foi uma medida excepcional ante a notícia de que os índios estavam cercando o Destacamento da FAB em Caximbo. O CAp Cunha e seu co-piloto foram voluntários para a missão. Era um FDS, eles, solteiros, residiam na Base e não titubearam em aceder à missão.
Eles decolaram de Belem para Jacareacanga onde reabasteceram (no tambor com bomba manual) e de lá para Caximbo.
Ocorreu que os Radio Compassos do avião deram pane eles prosseguiram assim mesmo.
Não acharam Caximbo (a pista de Caximbo era algo muito incipiente e eles teriam de pousar com balizamento de lampiões marcando a pista).
Perdidos na noite da Amazônia, ele, certamente confiantes na enorme autonomia, tentaram se localizar em quadrado crescente a partir da posição que achavam ser Caximbo (enquanto um avião pousado em Caximbo decolou e ficou circulando de faróis ligados).
Não encontrando estimaram uma proa para Manaus e não a acharam.
No final, com os motores prestes a parar, pousaram à noite, sem qualquer visibilidade, no meio da selva, muito depois de Manuas no Rio Solimões.
O avião se chocou direto de nariz com a "maior castanheira da Amazônia" e mergulhou para dentro da selva.
Foi localizado cerca de duas semanas depois.
O Cunha e seu copiloto faleceram ao primeiro impacto.
PS - Soubemos do acidente na Praia do Mucuripe (eu era instrutor na Sorbonne), o lado interno do quebra-mar formava uma praia maravilhosa e os instrutores do 1/ 4 a frequentavam, ninguém mais a conhecia (o acesso era por dentro das instalações do porto). Raposo levava sua lancha para lá e nós ficávamos o dia inteiro por la.
Foram resgatados cinco sobreviventes do avião C- 47 FAB 2068,
registrado na foto abaixo.
Vem dessa operação uma das frases mais importantes
da Aviação de Busca e Salvamento:
“Eu sabia que vocês viriam!”, dita por um dos sobreviventes do acidente com o FAB 2068
O Cap. Cunha NNA, o
"policial Aviadorrrr"", o Cunha Nhanhanhá, Cmt. do 68, era meu colega de turma.
“Eu sabia que vocês viriam!”, dita por um dos sobreviventes do acidente com o FAB 2068
Pra quem não sabe, a Sra. Marina Frazão, esposa do Brigadeiro Frazão, escreveu um romance baseado nesse acidente. Uma estória muito bonita.
O Cunha era daqueles paulistas com sotaque caipira do interior e chegou ao Campo dos Afonsos fardado de Cadete da Força Pública de SP.
Era paraquedista (Cadete que não fez a EPCAR e entra direto na Academia, Escola de Aeronáutica daqueles tempos) como eu e quando chegamos, a turma toda já havia solado no terceiro ao de BQ. Os poucos paraquedistas (os demais ficaram sem voar aguardando a nossa instrução para todos começarmos junto) puderam acompanhar sua habilidade de perto na fase pre-solo. Era de uma calma impressionante e um ótimo piloto. Passou o curso inteiro sem nenhum problema de voo.
Consta que quando ele inciou o planeio final do 2068, à noite, no meio da selva, já sem combustível, depois de voar quase oitos horas, mandou o Tenente que estava com ele para trás e se proteger. Mas o Tenente disse que ficaria até o final ao lado dele.
Faleceram os dois. O interessante é que esse acidente é muito semelhante ao do B-737 de Marabá. Com a diferença que um deve ter batido a 120 nós e o outro a uns 60.

A missão do 2068, decolando noturno de Belem, algo absolutamente fora da rotina de segurança (o instrumento de navegação dos Douglas C-47 era apenas o Radio Compasso), foi uma medida excepcional ante a notícia de que os índios estavam cercando o Destacamento da FAB em Caximbo. O CAp Cunha e seu co-piloto foram voluntários para a missão. Era um FDS, eles, solteiros, residiam na Base e não titubearam em aceder à missão.
Eles decolaram de Belem para Jacareacanga onde reabasteceram (no tambor com bomba manual) e de lá para Caximbo.
Ocorreu que os Radio Compassos do avião deram pane eles prosseguiram assim mesmo.
Não acharam Caximbo (a pista de Caximbo era algo muito incipiente e eles teriam de pousar com balizamento de lampiões marcando a pista).
Perdidos na noite da Amazônia, ele, certamente confiantes na enorme autonomia, tentaram se localizar em quadrado crescente a partir da posição que achavam ser Caximbo (enquanto um avião pousado em Caximbo decolou e ficou circulando de faróis ligados).
Não encontrando estimaram uma proa para Manaus e não a acharam.
No final, com os motores prestes a parar, pousaram à noite, sem qualquer visibilidade, no meio da selva, muito depois de Manuas no Rio Solimões.
O avião se chocou direto de nariz com a "maior castanheira da Amazônia" e mergulhou para dentro da selva.
Foi localizado cerca de duas semanas depois.
O Cunha e seu copiloto faleceram ao primeiro impacto.
PS - Soubemos do acidente na Praia do Mucuripe (eu era instrutor na Sorbonne), o lado interno do quebra-mar formava uma praia maravilhosa e os instrutores do 1/ 4 a frequentavam, ninguém mais a conhecia (o acesso era por dentro das instalações do porto). Raposo levava sua lancha para lá e nós ficávamos o dia inteiro por la.
Por: Paulo Pinto
- Piloto de Caça com 2500 horas de vôo de Caça
- Comandante de Esquadrão de Caça
- Instrutor de Caça
- Instrutor e Checador de Hercules C-130
- Instrutor e Checador de BAC-111
- Instrutor de Helicóptero
- Curso de Padronização de Instrutor de Vôo
- Curso de Padronização de Instrutor Acadêmico
- Piloto de Linha Aérea de Avião
- Piloto Comercial de Helicóptero
Total de horas de vôo:
7.000 em aviões militares.
7.000 em aviões militares.
Aviões voados:
PT-19 Fairchild, T-6 Texan, Fokker T-21 e T-22, T-25 Universal, T-27 Tucano,
T-33 TBird, L-6, L-42 Regente, C-45 Beech, HS748 Avro, BAC-111, EMB110 Bandeirante, Boeing 737-200, EMB120 Brasilia, C-130 Hercules, F-80 Shooting Star, Gloster Meteor, AT-26 Xavante, Bell 47 e Bell Jet Ranger.
PT-19 Fairchild, T-6 Texan, Fokker T-21 e T-22, T-25 Universal, T-27 Tucano,
T-33 TBird, L-6, L-42 Regente, C-45 Beech, HS748 Avro, BAC-111, EMB110 Bandeirante, Boeing 737-200, EMB120 Brasilia, C-130 Hercules, F-80 Shooting Star, Gloster Meteor, AT-26 Xavante, Bell 47 e Bell Jet Ranger.
__,_._,___
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Base Jumper bate de frente com paredão
Base Jumper Matthew Gough escapou da morte depois de o para-quedas falhar durante o salto de 1.000 pés em um penhasco da Itália.
Segundo ele, o para-quedas abriu para trás e twistado(com as linhas enroladas), o que impossibilitou qualquer controle do mesmo.
Para piorar a situação ele caiu em uma especie cavalete, com dezenas de pontas de ferros. Uma dessas pontas passou entre sua cabeça e seu capacete, arrancando ele de sua cabeça, mas sem lhe causar danos maiores. Sorte dupla desse cara.
O encontro com a morte veio após o 25 anos e 180 saltos perfeitos e ele diz que vai continuar saltando...
Só um pouco mais rápido
O cara tentou superar uma duna em Silver Lake, não conseguiu na primeira tentativa. Ai ele deu ré, tomou distancia e acelerou mais um pouquinho. Bem, acho que ele acelerou um pouquinho de mais...
quarta-feira, 15 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
Enquanto isso na Russia... II
Um pai vai dirigindo e conversando com sua jovem filha, dando conselhos e ensinando o que fazer em diversos tipos de acidentes, quando um motociclista passa a toda velocidade e estoura a traseira de um carro.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
Acho que isso foi um sinal...
Na hora da grande pergunta de todo casamento; "Se alguém tem algo contra esse casamento, diga agora ou cale-se para sempre", um pequeno sinal foi enviado.
Será que eles casaram depois disso ???
Será que eles casaram depois disso ???
Será ???
Vejam como é duro o trabalho noturno...
...em um supermercado francês.
Por aqui isso não aconteceria nunca.
Imaginem o trabalhão que deu arrumar isso, antes e depois...
Por aqui isso não aconteceria nunca.
Imaginem o trabalhão que deu arrumar isso, antes e depois...
terça-feira, 30 de abril de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Porque um motociclista não deve andar atrás de um carro
Este vídeo mostra bem o que poderia ter acontecido, se o motociclista estivesse andando atrás do carro e parado atrás dele.
A fila interminável de carros na estrada era de um cortejo fúnebre, de um homem que morreu em um acidente de carro na mesma estrada.
"Flarity, 21, morreu quando seu carro saiu da estrada e bateu em uma árvore a cerca de 2,5 km da estrada de onde uma colisão, quase envolvendo seu cortejo fúnebre foi flagrado na câmera.
R.I.P.
A fila interminável de carros na estrada era de um cortejo fúnebre, de um homem que morreu em um acidente de carro na mesma estrada.
"Flarity, 21, morreu quando seu carro saiu da estrada e bateu em uma árvore a cerca de 2,5 km da estrada de onde uma colisão, quase envolvendo seu cortejo fúnebre foi flagrado na câmera.
Motociclista Cody Vice registrou tudo em sua câmera de capacete. Ele estava a apenas alguns centímetros de distância de ser atingido. "
Assinar:
Postagens (Atom)























